QUEM FOI QUEM
Antonio B. Cruchello: mais de 30 anos prestando serviços na igreja S. Benedito

Nascido em Itu em 12 de junho de 1942, Antonio Barcelides Cruchello, filho de João Cruchello e Encarnação Leão, foi um cidadão que dedicou grande parte de sua vida às atividades religiosas. Por mais de 30 anos ele destinou seu tempo disponível a elas, auxiliando inicialmente as muitas cerimônias que aconteciam na igreja matriz São Benedito, na Vila Nova, posteriormente dirigindo um grande número delas. Em 1990, dois saltenses – ele e Mário Vicente - foram escolhidos para exercerem a função de diáconos permanentes, na comemoração dos 25 anos da Diocese de Jundiaí, criada em 25 de novembro de 1966.

Realizou-se uma grande festa, no Ginásio Municipal de Esportes, de Jundiaí, para marcar a data, quando aconteceu a ordenação diaconal de 11 pessoas em 4 cidades da Diocese, 5 em Jundiaí, 2 em Várzea Paulista, 2 em Itu e 2 em Salto. Podem ser diáconos os homens casados, solteiros ou viúvos que tenham vocação, personalidade madura e cristã, vida familiar equilibrada, trabalho profissional definido, sejam benquistos na comunidade e tenham engajamento pastoral. Os casados devem contar com a aprovação da esposa e isso aconteceu com “Toninho Cruchello”, como era chamado. Ele, assim como os demais diáconos, podia administrar o batismo, distribuir a Eucaristia, assistir em nome da Igreja a celebração canônica do matrimônio, levar o viático aos doentes, ler a Sagrada Escritura aos fiéis, instruir e exortar o povo, presidir o culto, administrar o sacramento, presidir os ritos dos funerais e das sepulturas, dedicar-se às tarefas e caridades e administração, ordenar os serviços que a comunidade necessitava, suscitados pelo Espírito Santo no meio do povo. Praticamente todas essas tarefas “Toninho” realizava, sempre com responsabilidade e dedicação.
Vida profissional – Paralelamente às suas atividades religiosas, Antonio Cruchello exerceu durante vários anos sua profissão, trabalhando em empresas de porte de Salto e região, como a Light, Autolite e Siemens, em Salto e Bosh e Singer, em Campinas.
Quando jovem, praticou esportes, principalmente o futebol, atuando pelo Juvenil da A.A. Saltense e por outras equipes amadoras da cidade.

Família e homenagem – Desde 20 de fevereiro de 1965 “Toninho” era casado com Alice Campitelli, com quem teve dois filhos: Airton e Márcio, os quais lhe deram 4 netos e 2 bisnetos.
Ele faleceu no dia 10 de maio de 2020, em Sorocaba, onde estava internado, mas foi sepultado em Salto.
Foi homenageado pela Câmara e Prefeitura de Salto, pelos bons serviços prestados à coletividade saltense, sendo seu nome dado a uma rua do Jardim Jacarandá.
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